Governo do Amazonas promove atividade de lazer no Prosamim

Sessão de cinema para as crianças do Prosamim Liberdade.
Cineminha para as crianças do Prosamim Liberdade

Governo do Amazonas promove atividade de lazer no Prosamim

A tarde desta sexta-feira (13/04) foi de lazer e cultura para as crianças do Parque Residencial Liberdade, localizado no bairro Morro da Liberdade, zona Sul de Manaus, que integra o Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), do Governo do Amazonas. A criançada, com idades entre 05 e 15 anos, ganhou uma sessão de cinema e aproveitou para socializar a experiência e compartilhar a mensagem passada pelo filme.

A atividade foi coordenada pela equipe socioambiental da Secretaria de Estado de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Manaus (SRMM) e Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE). Aproximadamente 30 crianças participaram da sessão de cinema, com a exibição do filme “Extraordinário”, sucesso recente que narra a história de um garoto que nasceu com uma deformação facial de origem genética, passou por 27 cirurgias desde o nascimento e por, conta da baixa autoestima provocada por sua aparência, vivia enclausurado em casa.

“A proposta contribui com a formação educativa e desenvolvimento social, estimulando a reflexão e oportunizando um momento de lazer e aprendizado. O filme escolhido aborda questões como o bullying, respeito às diferenças e relacionamento interpessoal, muito presentes no cotidiano deles”, afirmou o psicólogo Afonso Brasil, da equipe do Prosamim.

Escolha aprovada – Mesmo tendo assistido ao filme no cinema, o estudante Eduardo da Silva, 13, fez questão de participar da atividade. “É uma história emocionante, fala de coisas que a gente vive na escola todos os dias”, disse ele, que mora com a família no bloco 15 do Residencial Liberdade.

Ao final da sessão, as crianças participaram de uma dinâmica contando sua percepção e o que aprenderam sobre o filme. “Proporcionamos um momento descontraído, mas também de reflexão, que se faz necessário na formação como cidadãos”, concluiu o psicólogo.